Francis Kissling e a incoerência feminista em defender o aborto como “direito” das mulheres

Francis Kissling e a incoerência feminista em defender o aborto como “direito” das mulheres

Chamou-me a atenção uma postagem no Facebook que continha uma mulher segurando um cartaz com a frase “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus”. Tal paráfrase distorcida do Evangelho de Lucas, capítulo 1, versos 26 a 38, quis inferir o direito ao aborto, mesmo se a mulher consentir no ato gerador do bebê. Tal leitura, digamos, absurda e completamente descontextualizada do real significado da passagem bíblica citada foi utilizada e defendida pelo movimento feminista desprovido de originalidade até mesmo no nome, “Católicas” pelo Direito de Decidir.

Francis Kissling, líder deste movimento feminista, é apenas o retrato da perversidade na versão feminina, como também, até que ponto uma mulher é capaz de se vender para levar uma vida de luxo às custas do sacrifício humano. Nada difere de culturas selvagens e primitivas, que acreditavam no sacrifício humano como “oferenda” a deuses cuja existência é, por demais, questionável.

O que se torna difícil compreender é, como um movimento, que se diz defensor das mulheres, ignora o fato de que, boa parte desses fetos abortados poderiam se desenvolver pessoas do sexo feminino. Tal contradição é notável constantemente nas argumentações de defesa desse “direito”. O cartaz citado é uma prova viva da apelação totalmente desprovida de sentido em que as feministas se escoram, e com o apoio de HOMENS empresários e megacapitalistas, para tentar impor as suas ideologias sedentas de sangue inocente à um país cuja população majoritariamente já se declarou a favor da vida.

O que está havendo não é uma democracia e livre expressão de ideias, mas um desrespeito total à opinião da maioria (a qual é responsável por eleger os políticos e manter a máquina pública funcionando por meio do pagamento de impostos), por causa de uma minoria que não consegue controlar os próprios instintos pervertidos e sanguinários.

Ora, o aborto em casos de estupro já é legalizado até mesmo no Brasil, por que ainda discutir aborto? Podem afirmar que isso não diminuiu a incidência dessa modalidade de crime, mas eu não vejo o mesmo fervor em defender penas mais severas ao estuprador. Pelo contrário, noto um silêncio ensurdecedor por parte de toda a esquerda, como também, todos os grupos feministas sobre o tema.

Logo, não há coerência em defender o direito das mulheres às custas de sangue de pessoas inocentes, se os verdadeiros culpados continuam tendo penas brandas em resposta aos seus atos bárbaros, o que sabemos que, na prática, estimula ainda mais a criminalidade.

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