O trabalho sujo de Bispos da Igreja Católica na difamação internacional do Regime Militar no Brasil

Trago ao conhecimento de todos os interessados trechos do livro “Orvil: tentativas de tomada do poder”. Escrito pelos Tenentes Lício Maciel e José Conegundes do Nascimento, trata-se da versão dos militares que os livros do MEC nunca fizeram questão de mencionar.

Os trechos destacados abaixo demonstram como que Bispos, padres e religiosos ligados à CNBB fizeram manobras que levaram à ascensão da esquerda e à ilusão de que o Socialismo e o Comunismo são ideologias à favor do povo, algo que contraria frontalmente a Doutrina da Igreja Católica.

“Paralelamente à estruturação do Agrupamento de São Paulo, ocorreu no Convento dos Dominicanos, na rua Caiubi nº 126, no Bairro das Perdizes, em São Paulo, um movimento de tomada de posição política, que culminaria com a adesão de vários religiosos ao 'Agrupamento Comunista de São Paulo'. No início de 1968, Frei Osvaldo Augusto de Rezende Júnior liderou diversas reuniões dentro do Convento, congregando os frades dominicanos que se interessavam pela problemática política. Participavam das reuniões: Frei Carlos Alberto Libânio Christo ("Frei Beto"), Frei Fernando de Brito ("Frei Timóteo Martins"), Frei João Antonio Caldas Valença ("Frei Maurício"), Frei Tito de Alencar Ramos, Frei Luiz Felipe Ratton, Frei Magno José Vilela e Frei Francisco Pereira Araújo ("Frei Chico"). (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 244)

“Frei Osvaldo, que já mantivera contatos anteriores com Carlos Marighela, inclusive apresentando-o a Frei Beto, conseguiu a adesão ao AC/SP de todos os dominicanos que participavam das reuniões. Além dos vínculos com o AC/SP, Frei Beto, um dos mais atuantes dominicanos, tinha entrado em contato com a VPR através de Dulce de Souza Haia. O contato deu-se nos meios teatrais, onde Frei Beto atuava como repórter da “Folha da Tarde". Frei Beto chegou a participar de um jantar com Onofre Pinto e foi apresentado por Dulce a Isaías do Vale Almada, ambos membros da VPR. A união dos religiosos com as organizações subversivas era  o resultado de um longo processo de maturação das "novas ideias", expressa no Capitulo I (item 15), sobre a marxistização da Igreja.”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 244-245)

“O “Comitê de Defesa dos Presos Políticos Brasileiros”, criado durante o encontro de 15 de janeiro, tinha sede na redação da revista católica de esquerda “Croissance des Jeunes Nations”, cujo diretor era o Padre José Broucker, tradutor das obras de D. Helder Câmara”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 469)

“No Uruguai, a ALN, através de Carlos Figueiredo de Sá, tentava refazer o esquema de entrada e saída de militantes, através da fronteira, o qual havia caído com a prisão de Frei Beto. Prejudicando parcialmente os planos da organização, no dia 13 de abril de 1970, era preso Luís Carlos Rocha Gaspes, mandado por Carlos Sá, com gráficos contendo roteiros e localidades da fronteira, 'integrados nos esquemas de trânsito dos subversivos". (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 477)

“Na Itália, dentre os vários órgãos ligados à FBI, destacava-se, na publicação de material difamante contra o Brasil, o “Centro de Informazioni América Latina” (CEIAL); órgão auxiliar da Conferência dos Bispos da Itália. O CEIAL publicava textos tendenciosos de clérigos ligados à “Igreja Progressista” no Brasil, como D. Evaristo Arns, D. Hélder Câmara, D. Antonio Fragoso e D. Pedro Casaldáliga. O trânsito e as comunicações de religiosos brasileiros na Itália ficavam facilitados pela existência de freiras e padres “progressistas” na Secretaria de Estado do Vaticano”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 596)

“Feita a tese, o padre devolveu alegando, segundo relata Judite em sua carta, “que deveria falar sobre a existência da tortura como mecanismo de repressão política”. E entregou-lhe, como subsídios, livros e artigos de Márcio Moreira Alves, Miguel Arraes, D. Helder Câmara, D. Antonio Fragoso e outros exemplares da revista “Croissance des Jeunes Nations”, a que nos referimos no capítulo anterior, publicação mantida por uma organização da esquerda internacional. Após chegar ao Brasil, em 20 de setembro, escreve Judite referindo-se a sua tese “vim a me certificar tratar-se de matéria inclusa numa campanha contra o Brasil no exterior”. E prossegue: “Premida pela necessidade de terminar com aproveitamento o curso e confiando que a orientação do Padre Jacques fosse correta, fiz a tese nos moldes indicados por ele, sem aquilatar o crime que estava sendo cometido contra a minha Pátria. Servi de instrumento dessa campanha inconscientemente, vendo agora que fui aproveitada, na minha boa fé, pelo orientador da tese”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 749)

Fontes para consulta:

Orvil: tentativas de tomada do poder: http://www.hlage.com.br/E-Books-Livros-PPS/Comunismo-Nazismo-Etc/Projeto_ORVIL_Completo_LivroSecretoDoExercito.pdf

Papas que condenaram o Socialismo/Comunismo: https://www.bibliacatolica.com.br/blog/ensinamentos-dos-papas-sobre-o-socialismo/#.WmCmq66nHcc

O que o discurso de Tiririca pode nos ensinar?

Nesta tarde do dia 06 de Dezembro de 2017, fomos surpreendidos pelo discurso raro do Deputado Federal Tiririca na Câmara dos Deputados em Brasília. Em tom abatido, Tiririca lamentou a corrupção e o desinteresse da maioria dos seus pares em trabalhar pelo Brasil, anunciou que cumprirá o seu mandato até o fim, mas que nunca mais se envolverá com política.

Apesar do fato demonstrar a dura e infeliz realidade do nosso sistema político, há algo de bom que possamos tirar deste episódio. Como dizia o Rei Salomão no livro de Eclesiastes: "Melhor é ir à casa onde há luto do que ir a casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração. (Ec 7:2)". Nesse cenário de luto, podemos fazer uma reflexão da nossa participação na política nacional. O brasileiro por costume tem baixo engajamento político. Se você não acredita nisso, pegue a sua volta 10 pessoas e pergunte a elas quem foram os candidatos a deputados estaduais e federais que escolheram e a razão do voto nos mesmos. Provavelmente a maioria não se lembrará ou dirá que anulou o voto, votou em branco ou sequer votou. Provavelmente você também ouvirá a máxima de que "Político é tudo ladrão e ninguém presta". 

O baixo engajamento político da população é a principal causa do mesmo cenário descrito por Tiririca. Um congresso em maioria interessado em se beneficiar do poder estatal. A maioria dos políticos se rendem ao jogo natural das oligarquias, onde o governo distribui cargos, ministérios, estatais em troca de apoio. O resultado dessa cultura a população sente na pele com a falta de saúde, segurança, educação e infraestrutura. 

Por isso, nós da Direita Espírito Santo incentivamos a participação política dos cidadãos de bem no atual cenário. Só o engajamento político de pessoas de bem, instruídas e consciêntes das reais necessidades da população pode mudar esse cenário nefasto que vivemos. Em 2018 teremos uma chance de renovar o país no âmbito estadual e federal. Portanto é um dever daqueles que clamam por mudanças, fazerem a sua parte e darmos um congresso alinhado com Jair Bolsonaro em 2018. 

Se ainda assim você possui dificuldade, criamos uma lista de deputados federais constantemente atualizada. Brevemente criaremos uma lista para deputados estaduais.

Veja aqui a Lista de candidatos onfiáveis para 2018 a Deputados Federais 


 

Felipe Sena

Felipe Sena é membro da Direita Espírito Santo
Integrante do núcleo de Vitória

Bolsonaro nunca fez nada na câmara?

Ao se falar em Jair Bolsonaro, logo se lembra de um político de carreira, com 26 anos de Congresso Nacional. Essa questão imediatamente se associa ao fato do deputado não ter um papel muito marcante na questão da aprovação de seus projetos. Mas, seria porque os projetos/PECS realmente são ruins?

Bolsonaro está em seu sexto mandato como deputado federal, ou seja, 6 x 4 = 24 anos no cargo. 

Primeira coisa que você deve saber é que não é o próprio deputado que aprova seus projetos. São os outros deputados e também os senadores. Portanto, não é do Bolsonaro que você deve cobrar a aprovação dos projetos dele e sim dos demais deputados. 

A segunda coisa a se saber é que Bolsonaro, entre autoria e coautoria, tem  de 634 projetos de todos os tipos para ajudar o país. Isso dá uma média de mais de 26,4 projetos por ano. 

A terceira coisa que você deve saber é que Lula também já foi deputado federal. Durante seu mandato, ele apresentou 6 projetos, nenhum saindo do papel. Isso dá uma média de 1,5 projetos por ano. Então compare 1,5 projetos de Lula ao ano contra 26,4 de Bolsonaro. Quem trabalhou mais como deputado federal? 

E a quarta coisa que você deve saber é que o Brasil não é um país Federalista. As leis relacionadas à segurança pública, e que são seguidas por todos os estados, são leis federais. Se você cobrar a aprovação dos projetos de Bolsonaro referentes a essa questão, certamente a segurança do Rio e dos demais estados melhora. 

Alguns projetos de Bolsonaro que foram vetados. Será porque? Na minha opinião são ótimos projetos, e, se não foram aprovados, é porque dentro daquele congresso a maioria só protege bandidos! 

Vejam os projetos! 

PL 5398/2013 – Aumenta a pena para os crimes de estupro e estupro de vulnerável, exige que o condenado por esses crimes conclua tratamento químico voluntário (castração química) para inibição do desejo sexual como requisito para obtenção de livramento condicional e progressão de regime.

PL 6944/2017 – Esse projeto de lei é uma medida que se impõe a garantir, em diploma legal, o acesso satisfatório aos serviços de dados sem a imposição de limites desarrazoados aos usuários. Esse projeto de lei vem para fazer frente às medidas adotadas pela Anatel, que são: limite de dados, cerceamento do usuário no acesso a informação de forma abusiva e perversa, prejudicando o uso da Internet no Brasil.

PEC 191/2016 – Essa proposta de emenda a Constituição foi feita pelo parlamentar para determinar que o Ministro de Estado da Defesa seja escolhido entre os Oficiais Generais das Forças Armadas.

PL-4510/2016 – Esse projeto de lei permite o uso compassivo da fosfoetanolamina sintética. Ou seja, para permitir que pacientes em fases terminais possam acessar esses tratamentos experimentais.

PL- 4639/2016– Autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com neoplasia maligna

PL-4730/2016 – Esse projeto de lei visa incluir no rol dos crimes hediondos aqueles dolosos, praticados com arma de fogo, mediante violência ou grave ameaça à pessoa.

PL 5847/2016 – Esse projeto de lei retira a obrigatoriedade do uso, nas rodovias, de farol baixo aceso durante o dia.

PL-1281/2015 – Esse projeto de lei visa determinar o bloqueio do uso de celulares e radiotransmissores em presídios e penitenciárias.

PL-1824/2015 – Esse projeto de lei impõe pena mínima de dez anos de reclusão para o indivíduo que praticar três crimes.

PL-2832/2015 – Esse projeto de lei visa não caracterizar como crime atos de defesa do patrimônio, a fim de resguardar a defesa ao cidadão.

PL-860/2015 – Esse projeto de lei torna obrigatória a revista pessoal aos visitantes em estabelecimentos prisionais.

PL-7421/2014 – Esse projeto de lei agrava a pena sobre os crimes de pichação.

PL-7473/2014 – Esse projeto de lei isenta impostos a portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica – DPOC – enfisema pulmonar.

PL-5398/2013 – Esse projeto de lei aumenta a pena para os crimes de estupro contra vulnerável e não-vulnerável.

PL-4450/2012 – Esse projeto de lei permite a utilização das drogas apreendidas para um "adestramento dos cães". Ou seja, para aperfeiçoar a aptidão farejadora dos cães da polícia tornando-os mais eficiente na busca dos tipos de droga.

PL-367/2011 – Esse projeto de lei suspende o direito de dirigir do infrator que atingir quarenta pontos na Carteira Nacional de Habilitação, durante o período de doze meses.

PL-5065/2009 – Esse projeto de lei exclui das penalidades por excesso de velocidade os condutores de veículos precedidos por batedores, de socorro de incêndio e salvamento, de polícia, fiscalização de trânsito e ambulâncias.

PL-5481/2009 – Esse projeto de lei isenta a cobrança de impostos para portadores de Lúpus Eritematoso Sistêmico.

PL-106/2007 – Esse projeto de lei inclui como crime hediondo o roubo de veículos automotores.

PL-2426/2007 – Esse projeto de lei extingue a exigência do Exame de Ordem para inscrição dos advogados na OAB.

PL-6163/2005 – Esse projeto de lei autoriza os órgãos de segurança pública a utilizarem armas e munições apreendidas ou encontradas.

PL- 7700/ 2017 – Altera a redação do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, que institui o Código Penal, para instituir como qualificado o roubo de cargas e aumentar a pena para o crime de receptação.

PL 4689/2016– Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, que institui o Código Penal, para dispor sobre o furto, roubo, dano e receptação de defensivos agrícolas, seus componentes e afins.

PL 4730/2016– Altera a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir no rol dos crimes hediondos aqueles dolosos, praticados com arma de fogo, mediante violência ou grave ameaça à pessoa.

RIC1581/2016– Solicita informações ao Senhor Ministro de Estado da Cultura sobre doações e patrocínios realizados com base no disposto na Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 (Lei Rouanet).

PL3582/2015– Acresce o § 6º ao art. 150, do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940, que institui o Código Penal, para não caracterizar como crime lesões decorrentes de invasão de domicílio, que venham a ser causadas ao invasor.

PL 3881/2015– Acresce o parágrafo único ao art. 124 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para estabelecer a obrigatoriedade de registro da quilometragem constante no odômetro do veículo no comprovante de transferência de propriedade.

Francis Kissling e a incoerência feminista em defender o aborto como “direito” das mulheres

Chamou-me a atenção uma postagem no Facebook que continha uma mulher segurando um cartaz com a frase “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus”. Tal paráfrase distorcida do Evangelho de Lucas, capítulo 1, versos 26 a 38, quis inferir o direito ao aborto, mesmo se a mulher consentir no ato gerador do bebê. Tal leitura, digamos, absurda e completamente descontextualizada do real significado da passagem bíblica citada foi utilizada e defendida pelo movimento feminista desprovido de originalidade até mesmo no nome, “Católicas” pelo Direito de Decidir.

Francis Kissling, líder deste movimento feminista, é apenas o retrato da perversidade na versão feminina, como também, até que ponto uma mulher é capaz de se vender para levar uma vida de luxo às custas do sacrifício humano. Nada difere de culturas selvagens e primitivas, que acreditavam no sacrifício humano como “oferenda” a deuses cuja existência é, por demais, questionável.

O que se torna difícil compreender é, como um movimento, que se diz defensor das mulheres, ignora o fato de que, boa parte desses fetos abortados poderiam se desenvolver pessoas do sexo feminino. Tal contradição é notável constantemente nas argumentações de defesa desse “direito”. O cartaz citado é uma prova viva da apelação totalmente desprovida de sentido em que as feministas se escoram, e com o apoio de HOMENS empresários e megacapitalistas, para tentar impor as suas ideologias sedentas de sangue inocente à um país cuja população majoritariamente já se declarou a favor da vida.

O que está havendo não é uma democracia e livre expressão de ideias, mas um desrespeito total à opinião da maioria (a qual é responsável por eleger os políticos e manter a máquina pública funcionando por meio do pagamento de impostos), por causa de uma minoria que não consegue controlar os próprios instintos pervertidos e sanguinários.

Ora, o aborto em casos de estupro já é legalizado até mesmo no Brasil, por que ainda discutir aborto? Podem afirmar que isso não diminuiu a incidência dessa modalidade de crime, mas eu não vejo o mesmo fervor em defender penas mais severas ao estuprador. Pelo contrário, noto um silêncio ensurdecedor por parte de toda a esquerda, como também, todos os grupos feministas sobre o tema.

Logo, não há coerência em defender o direito das mulheres às custas de sangue de pessoas inocentes, se os verdadeiros culpados continuam tendo penas brandas em resposta aos seus atos bárbaros, o que sabemos que, na prática, estimula ainda mais a criminalidade.

Intervenção militar. Um caminho sem volta.

Desde 2014, por muitas vezes me deparei com pedidos de intervenção e algumas vezes até me identifiquei com a possibilidade de uma intervenção militar no Brasil. Afinal de contas, boa parte do congresso trabalha por interesses pessoais, o judiciário aparelhado favorecer aqueles que deveriam estarem na prisão e o executivo não pensa no país. A máquina da corrupção chegou ao seu limite e colocou o Brasil em uma profunda crise política, moral e econômica.

A intervenção militar parece ser algo simples, mas não é bem assim. Esse tipo de operação só pode ser requisitada pelos poderes constitucionais no Artigo 142 da Constituição:

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

Portanto, para que ocorra uma intervenção militar, todos os poderes constitucionais deveriam falir por completo. Por mais que a situação do judiciário, executivo e legislativo seja lamentável, elas são resultados da escolha popular. Ninguém tomou o poder a força ou golpe (embora possamos desconfiar as urnas eletrônicas). Tudo que passamos é fruto da nossa irresponsabilidade eleitoral. Por anos o brasileiro não se preocupou em escolher seus deputados federais, estaduais, vereadores, senadores, governadores, prefeitos e presidentes. O brasileiro em maioria, se escorou na máxima de que político é tudo ladrão, que ninguém presta ou que nada vai mudar. Esse tipo de pensamento deu margem para que aproveitadores se apropriassem da frágil república, principalmente partidos de esquerda como PC do B, PT e PSDB e os habituais partidos de centro como DEM, PP e PMDB implantassem múltiplos esquemas de indicação política, desvios e propinas.  Agora que essas oligarquias estão muito concretizadas, parte da população clama por uma intervenção militar, como se isso pudesse limpar o país  dos sujeitos que ai estão.

Há porém entraves e detalhes que os intervencionistas não percebem. Uma intervenção militar no atual momento, seria praticamente uma espécie de "rebelião" das forças armadas brasileiras contra os poderes constitucionais, uma vez que nem o Supremo Tribunal Federal, nem o Congresso e nem o executivo requisitaram o uso das forças armadas. Além desse fato, o momento é completamente diferente de 1964, onde o presidente João Goulart flertava com forças comunistas estrangeiras e havia abandonado o país, deixando o Brasil em um clima de desgoverno, o que levou a sociedade em peso (Mídia, mulheres, igrejas, empresários e todo cidadão de bem) a pedir pela intervenção das forças armadas. A situação agora é muito diferente, uma vez que a mídia e parte da sociedade não aceitariam uma intervenção militar.

Esse cenário desfavorável exigiria das forças armadas grande coordenação estratégica e determinaria um caminho sem volta, uma vez que os generais não poderiam recuar. Inevitavelmente a mídia e os incautos dominados pelos discursos de esquerda, acusariam as forças armadas de golpe, tirando dos generais qualquer possibilidade de uma intervenção tranquila, exigindo das forças armadas o uso da força e prisão de muitas pessoas. Se o cenário interno já é aterrorizante, imagine então o não reconhecimento da intervenção por parte da comunidade internacional. A ONU e outros países dominados por forças globalistas ou esquerdistas acusariam as forças armadas do Brasil de golpe. Isso faria o Brasil ser o último roteiro para turismo e investimento, além de sanções econômicas e até mesmo a intervenção militar externa com forças da OTAN por exemplo para "apaziguar" o país.

A questão não é nem a intervenção em si mas o pós-intervenção. Suponhamos que a intervenção seja feita como muitos desejam e as forças armadas viessem convocar novas eleições. A primeira administração de esquerda que for eleita no país, condenará os militares acusando-os de golpe. O Brasil viraria um caos econômico e social, pois uma intervenção militar (no atual cenário) não seria capaz de sanar a corrupção e o crime organizado sem fazer o uso extremo da forma, onde a atitude mais branda seria prisão arbitrária.

É por essas razões que a intervenção militar ainda está distante de acontecer. E se acontecer uma coisa é certa: não haverá volta e seguirá por duas opções, remover a corrupção e os revoltosos a base da força bruta ou ignora-los, convocando novas eleições para serem desmoralizados pelo resto do século.

É difícil falar isso, mas a intervenção militar só é viável mediante o extremo caos no Brasil, falência dos poderes constitucionais ou os mesmos apoiarem grave ameaça à soberania nacional. Neste caso nem acredito mais em intervenção militar mas em uma guerrilha sangrenta entre os patriotas e aqueles que não amam nem suas próprias mães, no caso os que ai estão amando o comunismo doente que matou mais de 100 milhões de pessoas só no século XX.

Em todos os cenários a intervenção militar terá um inimigo que poucos querem combater e que nenhum fuzil pode abater: A cultura marxista impregnada na mente do povo.

 

Felipe Sena

Felipe Sena é membro da Direita Espírito Santo
Integrante do núcleo de Vitória

Visita dos Bolsonaro’s em Vitória e a histeria da esquerda

 

Pública e notória foi a histeria dos simpatizantes da esquerda petista na página do jornal Gazeta Online no Facebook. Ao transmitir a recepção dos Deputados Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, iniciaram-se diversos comentários em tom de acusações sem nenhuma preocupação moral de expor as provas. “Hitler”, “bandido”, “ladrão de dinheiro público”, foram comentadas no desenrolar da transmissão ao vivo.

Cabe lembrar que nunca, na história política mundial, um líder totalitário defendeu, com tanto fervor, o armamento dos cidadãos de bem, para que eles protejam a si mesmos e os seus familiares contra atos cruéis vindos de outras pessoas.

O rótulo de “bandido” é usado inconscientemente a qualquer político que manifeste opiniões favoráveis ao povo, dada a hipocrisia de alguns, que já nos ensinaram com os escândalos do Mensalão e do Petrolão a aplicação do jargão “rouba, mas faz”.

Sobre a questão envolvendo os custos com a viagem do Bolsonaro, é importante observar que todo parlamentar possui uma verba disponível para cumprir viagens de acordo com as suas atividades políticas, o que não impede que ele faça viagens pessoais e pague com o seu próprio dinheiro. O importante é estar em dia com a prestação de contas e, se houver alguma irregularidade, que se unam provas contundentes e denunciem ao Ministério Público!

Portanto, que a esquerda se preocupe com a defesa de suas ideias e com o andamento das investigações aos crimes políticos de seus líderes. Como membros da Direita e na defesa do bem da coletividade e da diminuição dos crimes contra a nossa política e a população de bem, que sigamos denunciando as mentiras e na defesa da verdade!

O mínimo que você precisa saber sobre o Foro de São Paulo para não votar como um idiota

Poucas pessoas conhecem a fundo o que é o Foro de São Paulo. A organização que une os partidos de esquerda, fundada em 1990 por Lula e Fidel Castro, tem por interesse criar um grande bloco socialista em toda América Latina.

Desde os anos 90, a imprensa brasileira esconde as ações desta organização e suas relações escusas e obscuras. Trata-se da união de diversas forças políticas, sendo as principais delas partidos políticos de esquerda e outras entidades não oficiais, mas que apoiam o movimento. A intenção é instalar e consolidar a esquerda de forma permanente em toda a América Latina.

O próprio Lula confessou em 2 de Julho de 2005 que foi o Foro de São Paulo que interferiu nas eleições da Venezuela e sem esse poder, Hugo Chavez não chegaria ao poder.

Em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio [Garcia] tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990… Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranquila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um estado com outro estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.

Lula em discurso no 15º aniversário do Foro de São Paulo

Portanto o Foro de São Paulo não só fomenta o comunismo na América Latina, como interfere nos processos eleitorais e decisões políticas dos países. Basta tocarmos no assunto BNDES, onde Dilma Roussef emprestou cerca de R$ 50 bilhões de reais para os países vizinhos. Recentemente jornalistas da Rede Record de televisão foram presos na Venezuela quando investigavam as obras de infraestrutura patrocinadas pelo governo brasileiro, ou melhor, por nós contribuintes, sendo que sequer temos hospitais, escolas e segurança adequada em nosso país. Mas há dinheiro para os amigos do Foro de São Paulo, porto de Mariel, Metrô em Caracas e outras obras mandam lembrança.

Agora o foco desse artigo é revelar a você os partidos brasileiros que são integrantes do Foro de São Paulo. São os mesmos que acusam o impeachment de Dilma Roussef de ser um golpe. Todos mancomunados em favorecer o projeto de poder da esquerda e ignorar as reais necessidades do Brasil.

Eis os partidos participantes do Foro de São Paulo:

  • Partidos dos Trabalhadores – PT
  • Partido Democrático Trabalhista – PDT
  • Partido Comunista Brasileiro – PCB
  • Partido Comunista do Brasil – PC do B
  • Partido Pátria Livre – PPL
  • Partido Socialista Brasileiro – PSB
  • Partido Popular Socialista – PPS

Todos esses partidos juntamente com outros partidos de esquerda do Brasil que não são signatários do Foro de São Paulo, conspiram para prejudicar o país. PSDB, PSOL e REDE não fazem parte do Foro, mas abraçam as pautas propostas pela organização de livre e espontânea vontade.

Dá para votar nesses partidos?

Em tese nunca devemos dar legenda a esses partidos, isso porque seria o mesmo que financiá-los. Mas existem situações de exceção onde você pode confiar naquele candidato, ainda que integre o partido de esquerda. Citarei aqui 3 exemplos recentes da política.

O Deputado Federal Pastor Eurico, era filiado e eleito pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro). Embora estivesse em um partido participante do Foro de São Paulo, defendia pautas conservadoras. Por divergências com o partido migrou para o PHS na janela de 2016.

Paulo Eduardo Martins, jornalista e um dos destaques da direita brasileira assumiu em 2016 a cadeira de Deputado Federal pelo estado do Paraná, estando no PSDB. Crítico ferrenho da esquerda, recebeu críticas de seus seguidores por estar no PSDB, mas claramente é um candidato poderia ser eleito de olhos fechados até se estivesse no PC do B pois é um forte representante da direita.

Por fim em Vitória, temos na câmara municipal o vereador Davi Esmael do PSB. Vereador muito criticado pelo seu partido por se opor à ideologia de gênero, é o típico caso de um bom candidato em um partido errado. Infelizmente os grandes partidos no brasil são de esquerda, o que desfavorece qualquer candidatura de direita.

Então para votar siga esses critérios:

  1. Se o partido for de esquerda não vote no candidato;
  2. Só vote se você realmente verificar um histórico conservador e direita neste candidato, ainda assim questione o fato dele participar do partido;
  3. Vote nos candidatos do legislativo para formar base ao candidato do executivo. Por exemplo não adianta eleger Bolsonaro presidente e dar a ele um congresso cheio de petistas, psolistas, comunistinhas, etc.
  4. Se não houver perspectivas, se engaje e seja você a alternativa.

 

Felipe Sena

Felipe Sena é membro da Direita Espírito Santo
Integrante do núcleo de Vitória