O trabalho sujo de Bispos da Igreja Católica na difamação internacional do Regime Militar no Brasil

Trago ao conhecimento de todos os interessados trechos do livro “Orvil: tentativas de tomada do poder”. Escrito pelos Tenentes Lício Maciel e José Conegundes do Nascimento, trata-se da versão dos militares que os livros do MEC nunca fizeram questão de mencionar.

Os trechos destacados abaixo demonstram como que Bispos, padres e religiosos ligados à CNBB fizeram manobras que levaram à ascensão da esquerda e à ilusão de que o Socialismo e o Comunismo são ideologias à favor do povo, algo que contraria frontalmente a Doutrina da Igreja Católica.

“Paralelamente à estruturação do Agrupamento de São Paulo, ocorreu no Convento dos Dominicanos, na rua Caiubi nº 126, no Bairro das Perdizes, em São Paulo, um movimento de tomada de posição política, que culminaria com a adesão de vários religiosos ao 'Agrupamento Comunista de São Paulo'. No início de 1968, Frei Osvaldo Augusto de Rezende Júnior liderou diversas reuniões dentro do Convento, congregando os frades dominicanos que se interessavam pela problemática política. Participavam das reuniões: Frei Carlos Alberto Libânio Christo ("Frei Beto"), Frei Fernando de Brito ("Frei Timóteo Martins"), Frei João Antonio Caldas Valença ("Frei Maurício"), Frei Tito de Alencar Ramos, Frei Luiz Felipe Ratton, Frei Magno José Vilela e Frei Francisco Pereira Araújo ("Frei Chico"). (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 244)

“Frei Osvaldo, que já mantivera contatos anteriores com Carlos Marighela, inclusive apresentando-o a Frei Beto, conseguiu a adesão ao AC/SP de todos os dominicanos que participavam das reuniões. Além dos vínculos com o AC/SP, Frei Beto, um dos mais atuantes dominicanos, tinha entrado em contato com a VPR através de Dulce de Souza Haia. O contato deu-se nos meios teatrais, onde Frei Beto atuava como repórter da “Folha da Tarde". Frei Beto chegou a participar de um jantar com Onofre Pinto e foi apresentado por Dulce a Isaías do Vale Almada, ambos membros da VPR. A união dos religiosos com as organizações subversivas era  o resultado de um longo processo de maturação das "novas ideias", expressa no Capitulo I (item 15), sobre a marxistização da Igreja.”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 244-245)

“O “Comitê de Defesa dos Presos Políticos Brasileiros”, criado durante o encontro de 15 de janeiro, tinha sede na redação da revista católica de esquerda “Croissance des Jeunes Nations”, cujo diretor era o Padre José Broucker, tradutor das obras de D. Helder Câmara”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 469)

“No Uruguai, a ALN, através de Carlos Figueiredo de Sá, tentava refazer o esquema de entrada e saída de militantes, através da fronteira, o qual havia caído com a prisão de Frei Beto. Prejudicando parcialmente os planos da organização, no dia 13 de abril de 1970, era preso Luís Carlos Rocha Gaspes, mandado por Carlos Sá, com gráficos contendo roteiros e localidades da fronteira, 'integrados nos esquemas de trânsito dos subversivos". (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 477)

“Na Itália, dentre os vários órgãos ligados à FBI, destacava-se, na publicação de material difamante contra o Brasil, o “Centro de Informazioni América Latina” (CEIAL); órgão auxiliar da Conferência dos Bispos da Itália. O CEIAL publicava textos tendenciosos de clérigos ligados à “Igreja Progressista” no Brasil, como D. Evaristo Arns, D. Hélder Câmara, D. Antonio Fragoso e D. Pedro Casaldáliga. O trânsito e as comunicações de religiosos brasileiros na Itália ficavam facilitados pela existência de freiras e padres “progressistas” na Secretaria de Estado do Vaticano”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 596)

“Feita a tese, o padre devolveu alegando, segundo relata Judite em sua carta, “que deveria falar sobre a existência da tortura como mecanismo de repressão política”. E entregou-lhe, como subsídios, livros e artigos de Márcio Moreira Alves, Miguel Arraes, D. Helder Câmara, D. Antonio Fragoso e outros exemplares da revista “Croissance des Jeunes Nations”, a que nos referimos no capítulo anterior, publicação mantida por uma organização da esquerda internacional. Após chegar ao Brasil, em 20 de setembro, escreve Judite referindo-se a sua tese “vim a me certificar tratar-se de matéria inclusa numa campanha contra o Brasil no exterior”. E prossegue: “Premida pela necessidade de terminar com aproveitamento o curso e confiando que a orientação do Padre Jacques fosse correta, fiz a tese nos moldes indicados por ele, sem aquilatar o crime que estava sendo cometido contra a minha Pátria. Servi de instrumento dessa campanha inconscientemente, vendo agora que fui aproveitada, na minha boa fé, pelo orientador da tese”. (Orvil: tentativas de tomada do poder. Editora Schoba. Pág. 749)

Fontes para consulta:

Orvil: tentativas de tomada do poder: http://www.hlage.com.br/E-Books-Livros-PPS/Comunismo-Nazismo-Etc/Projeto_ORVIL_Completo_LivroSecretoDoExercito.pdf

Papas que condenaram o Socialismo/Comunismo: https://www.bibliacatolica.com.br/blog/ensinamentos-dos-papas-sobre-o-socialismo/#.WmCmq66nHcc

Francis Kissling e a incoerência feminista em defender o aborto como “direito” das mulheres

Chamou-me a atenção uma postagem no Facebook que continha uma mulher segurando um cartaz com a frase “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus”. Tal paráfrase distorcida do Evangelho de Lucas, capítulo 1, versos 26 a 38, quis inferir o direito ao aborto, mesmo se a mulher consentir no ato gerador do bebê. Tal leitura, digamos, absurda e completamente descontextualizada do real significado da passagem bíblica citada foi utilizada e defendida pelo movimento feminista desprovido de originalidade até mesmo no nome, “Católicas” pelo Direito de Decidir.

Francis Kissling, líder deste movimento feminista, é apenas o retrato da perversidade na versão feminina, como também, até que ponto uma mulher é capaz de se vender para levar uma vida de luxo às custas do sacrifício humano. Nada difere de culturas selvagens e primitivas, que acreditavam no sacrifício humano como “oferenda” a deuses cuja existência é, por demais, questionável.

O que se torna difícil compreender é, como um movimento, que se diz defensor das mulheres, ignora o fato de que, boa parte desses fetos abortados poderiam se desenvolver pessoas do sexo feminino. Tal contradição é notável constantemente nas argumentações de defesa desse “direito”. O cartaz citado é uma prova viva da apelação totalmente desprovida de sentido em que as feministas se escoram, e com o apoio de HOMENS empresários e megacapitalistas, para tentar impor as suas ideologias sedentas de sangue inocente à um país cuja população majoritariamente já se declarou a favor da vida.

O que está havendo não é uma democracia e livre expressão de ideias, mas um desrespeito total à opinião da maioria (a qual é responsável por eleger os políticos e manter a máquina pública funcionando por meio do pagamento de impostos), por causa de uma minoria que não consegue controlar os próprios instintos pervertidos e sanguinários.

Ora, o aborto em casos de estupro já é legalizado até mesmo no Brasil, por que ainda discutir aborto? Podem afirmar que isso não diminuiu a incidência dessa modalidade de crime, mas eu não vejo o mesmo fervor em defender penas mais severas ao estuprador. Pelo contrário, noto um silêncio ensurdecedor por parte de toda a esquerda, como também, todos os grupos feministas sobre o tema.

Logo, não há coerência em defender o direito das mulheres às custas de sangue de pessoas inocentes, se os verdadeiros culpados continuam tendo penas brandas em resposta aos seus atos bárbaros, o que sabemos que, na prática, estimula ainda mais a criminalidade.

O mínimo que você precisa saber sobre o Foro de São Paulo para não votar como um idiota

Poucas pessoas conhecem a fundo o que é o Foro de São Paulo. A organização que une os partidos de esquerda, fundada em 1990 por Lula e Fidel Castro, tem por interesse criar um grande bloco socialista em toda América Latina.

Desde os anos 90, a imprensa brasileira esconde as ações desta organização e suas relações escusas e obscuras. Trata-se da união de diversas forças políticas, sendo as principais delas partidos políticos de esquerda e outras entidades não oficiais, mas que apoiam o movimento. A intenção é instalar e consolidar a esquerda de forma permanente em toda a América Latina.

O próprio Lula confessou em 2 de Julho de 2005 que foi o Foro de São Paulo que interferiu nas eleições da Venezuela e sem esse poder, Hugo Chavez não chegaria ao poder.

Em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio [Garcia] tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990… Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranquila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um estado com outro estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.

Lula em discurso no 15º aniversário do Foro de São Paulo

Portanto o Foro de São Paulo não só fomenta o comunismo na América Latina, como interfere nos processos eleitorais e decisões políticas dos países. Basta tocarmos no assunto BNDES, onde Dilma Roussef emprestou cerca de R$ 50 bilhões de reais para os países vizinhos. Recentemente jornalistas da Rede Record de televisão foram presos na Venezuela quando investigavam as obras de infraestrutura patrocinadas pelo governo brasileiro, ou melhor, por nós contribuintes, sendo que sequer temos hospitais, escolas e segurança adequada em nosso país. Mas há dinheiro para os amigos do Foro de São Paulo, porto de Mariel, Metrô em Caracas e outras obras mandam lembrança.

Agora o foco desse artigo é revelar a você os partidos brasileiros que são integrantes do Foro de São Paulo. São os mesmos que acusam o impeachment de Dilma Roussef de ser um golpe. Todos mancomunados em favorecer o projeto de poder da esquerda e ignorar as reais necessidades do Brasil.

Eis os partidos participantes do Foro de São Paulo:

  • Partidos dos Trabalhadores – PT
  • Partido Democrático Trabalhista – PDT
  • Partido Comunista Brasileiro – PCB
  • Partido Comunista do Brasil – PC do B
  • Partido Pátria Livre – PPL
  • Partido Socialista Brasileiro – PSB
  • Partido Popular Socialista – PPS

Todos esses partidos juntamente com outros partidos de esquerda do Brasil que não são signatários do Foro de São Paulo, conspiram para prejudicar o país. PSDB, PSOL e REDE não fazem parte do Foro, mas abraçam as pautas propostas pela organização de livre e espontânea vontade.

Dá para votar nesses partidos?

Em tese nunca devemos dar legenda a esses partidos, isso porque seria o mesmo que financiá-los. Mas existem situações de exceção onde você pode confiar naquele candidato, ainda que integre o partido de esquerda. Citarei aqui 3 exemplos recentes da política.

O Deputado Federal Pastor Eurico, era filiado e eleito pelo PSB (Partido Socialista Brasileiro). Embora estivesse em um partido participante do Foro de São Paulo, defendia pautas conservadoras. Por divergências com o partido migrou para o PHS na janela de 2016.

Paulo Eduardo Martins, jornalista e um dos destaques da direita brasileira assumiu em 2016 a cadeira de Deputado Federal pelo estado do Paraná, estando no PSDB. Crítico ferrenho da esquerda, recebeu críticas de seus seguidores por estar no PSDB, mas claramente é um candidato poderia ser eleito de olhos fechados até se estivesse no PC do B pois é um forte representante da direita.

Por fim em Vitória, temos na câmara municipal o vereador Davi Esmael do PSB. Vereador muito criticado pelo seu partido por se opor à ideologia de gênero, é o típico caso de um bom candidato em um partido errado. Infelizmente os grandes partidos no brasil são de esquerda, o que desfavorece qualquer candidatura de direita.

Então para votar siga esses critérios:

  1. Se o partido for de esquerda não vote no candidato;
  2. Só vote se você realmente verificar um histórico conservador e direita neste candidato, ainda assim questione o fato dele participar do partido;
  3. Vote nos candidatos do legislativo para formar base ao candidato do executivo. Por exemplo não adianta eleger Bolsonaro presidente e dar a ele um congresso cheio de petistas, psolistas, comunistinhas, etc.
  4. Se não houver perspectivas, se engaje e seja você a alternativa.

 

Felipe Sena

Felipe Sena é membro da Direita Espírito Santo
Integrante do núcleo de Vitória